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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

DISCOS MAIS CAROS DO REINO UNIDO

REVISTA BRITÂNICA LISTA OS DISCOS MAIS CAROS DO REINO UNIDO.

The Quarrymen - 'That'll Be The Day/In Spite of All the Danger' (1958), valor: 24.700 euros. Acetato da primeira vez que Paul McCartnet visitou, com o Quarrymen (John Lennon, George Harrison, John "Duff" Lowe e Colin Hanlon) um estúdio de gravação.

A revista inglesa Record  Collector publicou em sua edição de novembro a lista dos 20 discos mais raros do Reino Unido, além de uma descrição dos álbuns e do preço que cada um deles pode atingir. A publicação considerou não apenas a raridade da peça, mas também seu estado de conservação.

Psicodelismo e rock progressivo são os gêneros mais representados na lista, como explica o jornal The Guardian. "Se a lista fosse dos Estados Unidos, seria completamente diferente. Mas, no que diz respeito ao psicodelismo dos anos 60, rock progressivo do início dos anos 70, punk, new wave e reggae (não jamaicano), o Reino Unido é um viveiro de coleções históricas".

Entre os 20 discos mais raros do Reino Unido há várias edições ligadas aos Beatles (dois álbuns de John Lennon, um do Quarrymen, banda que antecedeu o quarteto de Liverpool), do Queen e Sex Pistols.

Pequenos detalhes, como a tiragem ou o estúdio em que o disco foi gravado, podem fazer toda a diferença na hora de avaliá-los. Veja na galeria acima os 20 discos mais raros (e caros) do Reino Unido.

CONHEÇAM OS DISCOS MAIS RAROS:


1 - The Quarrymen - 'That'll Be The Day/In Spite of All the Danger' (1958), valor: 24.700 euros. Acetato da primeira vez que Paul McCartnet visitou, com o Quarrymen (John Lennon, George Harrison, John "Duff" Lowe e Colin Hanlon) um estúdio de gravação.

2. The Quarry Men - 'That'll Be The Day/In Spite of All the Danger' (1981), valor: 12.300 euros. Comprado e restaurado por Paul McCartney em 1981, e posteriormente alvo relançado em uma edição privada de menos de 20 cópias.


3. Sex Pistols 'God Save the Queen/No Feelings' (1977), valor: 12.300 euros. Edição usada pelo empresário Malcolm McLaren para procurar concertos e contratos para a banda, depois do rompimento com a EMI.

4. Sex Pistols - 'God Save the Queen/No Feelings' (1977), valor: 9800 euros. Edição de 20 mil cópias, das quais a maior parte foi destruída.

5. Sex Pistols - 'Anarchy in the UK' (1968), valor: 8650 euros. Disco em acetato do qual só há três cópias no mundo todo.

6. The Beatles - 'The Beatles' (1968), valor: 8650 euros. O LP mais raro do Reino Unido, numerado. Quanto menor o número, maior o valor. Em 2009, uma cópia foi vendida por 25 mil euros.

7. The Beatles - 'Please Please Me' (1963), valor: 6100 euros. Edição com um selo da Parlophone de cor diferente.

8. Queen - "Bohemian Rhapsody/I'm In Love With My Car" (1978), valor: 6100 euros. Vinil azul de edição limitada (200 cópias), oferecido numa festa da banda aos convidados. Incluía lenço, caneta e uma caixa de fósforos.

9. The Beatles - 'Love Me Do/PS I Love You' (1962), valor 6100 euros. Demo da qual só há 250 cópias, fabricadas em 1962.

10. Sex Pistols - 'Anarchy in the UK' (1976), valor: 6100 euros. Acetato de um lado só, já foi vendido por quase 15 mil euros.

11. The Beatles 'Please Please Me (1963)', valor: 5000 euros. Segunda edição estéreo do single.

12. John's Children - 'Midsummer Night's Scene/Sara Crazy Child', valor: 5000 euros. Banda na qual Mark Bolan chegou a militar.

13. Dark - 'Round The Edges' (1972), valor: 5000 euros. Edição privada da qual só existem 12 cópias com capas coloridas.

14. Billy Nicholls 'Would You Believe' (1968), valor: 5000 euros. As 100 cópias promocionais são as únicas provas da existência da editora de Andrew Loog Oldham, antigo mentor dos Beatles e Stones. Uma cópia já foi vendida no eBay por cerca de 8 mil euros. 

15. Queen - 'Bohemian Rhapsody/I'm In Love With My Car' (1978), valor: 4700 euros. Preço de cópia em envelope ilustrado da EMI.

16. Queen - 'Bohemian Rhapsody/I'm In Love With My Car' (1978), valor: 4300 euros. Preço do vinil azul numerado.

17. Toby Tyler - 'The Road I'm On' (1964), valor: 3700 euros. Marc Bolan, antes de assinar com esse nome.

18. Tinkerbells Fairydust - 'Tinkerbells Fairydust' (1969), valor: 3700 euros. A banda acabou, mas há apenas há quatro cópias conhecidas deste álbum.

19. John Lennon/Plastic Ono Band - 'Unfinished Music No 1: Two Virgins' (1968), valor: 3700 euros. Na capa surgem Lennon e Yoko nus e, quando Lennon exigiu que o disco fosse remisturado em estéreo, a maior parte das cópias em mono foram destruídas.

20. John Lennon/Plastic Ono Band 'You Know My Name Look At The Number/What's the New Mary Jane' (1969), valor: 3700 euros. O lado B apresenta Lennon, George Harrison e Yoko Ono.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

INVISTA EM VINTAGE NA DECORAÇÃO!

PEÇAS ÚNICAS, ANTIGAS E ORIGINAIS: INVISTA EM OBJETOS VINTAGE NA DECORAÇÃO DA CASA.

 
  
O objeto ou aparelho antigo - televisão, ventilador, rádio - em seu estado original ganha cada vez mais espaço em projetos de interiores. O design de um telefone italiano dos anos 1970 pode ser muito interessante, mas não necessariamente vai combinar com a ambientação da sua casa.  Entenda se estes itens se adequam ou não à decoração e aprenda a investir na estética vintage.
 
A palavra "vintage" designa na enologia o ano de uma colheita de uvas. No mundo da moda (e da decoração), é usada para definir peças antigas, que representam um estilo de uma época e que, no entanto, conservam seu estado original.
 
  
Existem lojas de antiguidades, empresas online e lojas que alugam esses objetos para cenografia, mas que também vendem este tipo de item para a decoração residencial e comercial. Entre os aparelhos antigos – máquinas de escrever, telefones, microfones –, há aqueles que foram restaurados e funcionam perfeitamente e aqueles que são somente decorativos.
 
O arquiteto Marcelo Rosset recomenda investir em detalhes vintage quando o projeto de interiores é contemporâneo. “Deve-se tomar cuidado ao usar em uma decoração muito clássica, porque há o risco de dar um ar antigo demais ao ambiente”, diz.
 
 
Quando cria um contraste, a inserção de um objeto de outra época pode também dar um toque lúdico ou pop ao dècor. Para a proprietária da loja online Esquina do Tempo, Elaine Cristina Oliveira Moraes, além da capacidade de cumprir uma função prática, as peças imprimem um ar de sofisticação, nostalgia ou mesmo humor ao espaço.
 
O proprietário da loja Desmobilia, João Livoti, aconselha a não usar o item vintage em excesso, porque uma única peça em um ambiente moderno é suficiente para valorizar a decoração.